Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba mantém prisão de Hytalo Santos e marido

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Hytalo Santos e Israel Nata Vicente – Foto: PCSP

Na manhã desta terça-feira (24), a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba analisou um habeas corpus sobre a prisão preventiva de Hytalo Santos e de seu marido, Israel Natã Vicente, e decidiu mantê-los detidos.

Eles estão presos desde agosto de 2025, no presídio do Roger, em João Pessoa, e são acusados de exploração sexual infantil de menores por meio de conteúdos produzidos para as redes sociais, além de tráfico humano.

A decisão desta terça-feira foi unânime, visto que, no último dia 10, o relator, desembargador João Benedito, que havia votado pela revogação da prisão preventiva do casal, propondo a substituição da custódia por medidas cautelares, seguiu o entendimento dos desembargadores Ricardo Vital e Calors Beltrão.

Embora tenha reafirmado que, em seu entendimento inicial, a prisão preventiva poderia ser substituída por medidas cautelares — já que a instrução criminal foi concluída e a aplicação da lei penal estaria assegurada — o desembargador reconheceu, nesta terça-feira, o fundamento da garantia da ordem pública. Diante desse ponto, passou a acompanhar os demais magistrados e votou pela manutenção da prisão.

Condenados em primeira instância

O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) condenou o influenciador Hytalo Santos e seu marido, Israel Natã Vicente, em primeira instância, pelos crimes de exploração sexual infantil de menores por meio de conteúdos produzidos para as redes sociais.

A informação sobre a condenação dos réus foi divulgada no último domingo (22) pelo advogado de defesa, Sean Kompier Abib. Ele explica que a decisão foi posta no sistema judicial no fim de semana.

As penas impostas aos dois, a serem cumpridas inicialmente em regime fechado, são de 11 anos e 4 meses para Hytalo Santos, e 8 anos, 10 meses e 20 dias para Israel Natã Vicente.

Hytalo Santos e MC Euro foram presos no dia 15 de agosto do ano passado em uma casa de alto padrão em Carapicuíba, na Grande São Paulo, e posteriormente transferidos para o presídio do Róger, em João Pessoa. Eles são acusados de exploração sexual infantil de menores por meio de conteúdos produzidos para as redes sociais, além de tráfico humano.

PORTAL PONTA DO SEIXAS/LUIZ ADRIANO

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