O Ministério público de Santa Catarina (MPSC) pediu a exumação do cão orelha para a realização de perícia direta. Na conclusão do inquérito inicial, a agressão tinha sido constatada apenas pelo veterinário que atendeu o animal, sem exames complementares. Um adolescente foi apontado como responsável pelas agressões.
A polícia agora tem prazo de 20 dias estabelecido pela promotoria para concluir as novas investigações. Também foram solicitados novos depoimentos, sendo de um porteiro e de um vigilante, para apurar se houve ou não o crime de coação no curso do processo.
O ministério público ainda abriu um procedimento para investigar a conduta do delegado geral no caso. Segundo a Polícia Civil catarinense, ela cumprirá as determinações com celeridade.









