O mundo prendeu a respiração nesta quarta-feira, 2 de abril de 2025, à espera de um anúncio que sacudiria mercados, empresas e economias inteiras. E ele veio: um novo pacote de tarifas globais foi imposto, redesenhando o cenário do comércio internacional.
O maior impacto recaiu sobre a China, atingida por uma tarifa de 43%, enquanto a Europa sofreu um golpe de 20%, com exceção do Reino Unido, que enfrentou um percentual menor, de 10%. A América Latina não foi tão afetada, mas, para economias frágeis e com baixa produção, uma tarifa de 10% faz toda a diferença. O Brasil, em especial, sentiu o peso do aumento de 25% sobre o aço e o alumínio. Países como Madagascar, Moçambique e Mianmar também foram duramente atingidos.
Esse tarifaço pode ser um “freio de arrumação” da administração Trump, possivelmente visando renegociações estratégicas com algumas dessas nações. Muitas economias afetadas buscarão se reinventar, encontrar novos mercados e reduzir sua dependência dos EUA. No entanto, uma verdade permanece inalterada: os Estados Unidos continuam sendo o epicentro da economia global. O dólar ainda reina absoluto nas transações internacionais, e qualquer grande negociação entre países e empresas inevitavelmente passa pelo crivo americano.
Os efeitos desse tarifaço, sejam positivos ou negativos, só o tempo dirá. O mundo observa – e aguarda os desdobramentos!
Elcio Nunes
Cidadão Brasileiro
@elcionunes (Instagram).