VÍDEO: Eliza Virgínia repudia ataques de Eduardo Bueno contra evangélicos e reforça denúncias por intolerância religiosa

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A vereadora de João Pessoa, Eliza Virgínia (PP), reagiu com indignação às recentes declarações do jornalista Eduardo Bueno, o “Peninha”, que atacou gravemente a comunidade evangélica brasileira. Em suas redes sociais, a parlamentar endossou as denúncias que já estão sendo protocoladas junto ao Ministério Público (MP) contra o escritor por crime de intolerância religiosa e incitação ao ódio.

Direitos Políticos sob Ataque

O estopim da indignação foi um vídeo onde Peninha afirma que “deveria ser proibido evangélico votar” e que o segmento deveria ficar restrito aos templos. Para Eliza, essa fala fere os princípios fundamentais da Constituição Brasileira.

“Isso é próprio de mentalidades autoritárias: tentar calar ou impedir opositores de votar. É a mesma lógica de regimes que a esquerda apoia na Venezuela e na Nicarágua”, pontuou a vereadora.

O “Massacre Silencioso” e a Incitação à Morte

Eliza trouxe à tona números alarmantes sobre a perseguição religiosa global, destacando que mais de 52 mil cristãos foram assassinados no mundo desde 2009. Segundo a parlamentar, o discurso de ódio proferido por intelectuais brasileiros alimenta esse cenário de violência.

A vereadora exibiu um trecho chocante onde o jornalista declara: “Eu desejo a morte, torço quando eles morrem e vibro quando eles morrem. Eles são retrógrados, reacionários, evangélicos”. Eliza alertou que tais falas não podem ser tratadas como liberdade de expressão, mas sim como crime.

Repercussão Jurídica e Críticas ao Governo

Ao comentar que o jornalista já está sendo denunciado ao Ministério Público por meio do deputado Leonardo Siqueira (NOVO-SP), Eliza reforçou que a impunidade não pode prevalecer. Ela também questionou a relação do jornalista com o governo atual, citando um contrato de R$ 3 milhões para a produção de um livro.

“É esse o povo do ‘amor’ e da ‘democracia relativa’ que deseja o nosso mal. Estão sendo feitas denúncias e nós não vamos deixar passar impune. A intolerância religiosa é crime e precisa ser combatida com o rigor da lei”, finalizou.


VÍDEO:

Portal Ponta do Seixas

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