Queiroga defende castração química e critica PT por atraso de vacinas

0

Candidato ao Senado aborda medidas contra estupros e questiona demora na oferta de imunizantes no país

candidato ao Senado, Marcelo Queiroga (PL), participou, nesta quinta-feira (17), de uma sabatina na Rádio BandNews FM João Pessoa (101,1 MHz) e falou sobre sua passagem pelo Ministério da Saúde, a pandemia de Covid-19, vacinação e propostas para a segurança pública.

Durante a entrevista, Queiroga afirmou ter assumido o Ministério da Saúde durante o período mais difícil, marcado pela pandemia. Ele citou realizações do governo Bolsonaro na área da Saúde.

Segundo o candidato, durante sua passagem pelo ministério foram distribuídas 700 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19.

Queiroga também criticou o Consórcio Nordeste, afirmando que o grupo prometeu vacinas, mas não distribuiu nenhuma dose.

Além disso, disse que o governo do PT deixou faltar vacinas no Programa Nacional de Imunizações (PNI). Ele citou atrasos na oferta de imunizantes, como os destinados à dengue e à bronquiolite.

O candidato afirmou ainda que a vacina contra o Herpes Zoster permanece pendente. Na avaliação apresentada durante a entrevista, questionou se esses problemas ocorressem durante o governo Bolsonaro, ele teria sido alvo de fortes críticas.

Queiroga também afirmou que o governo do PT prometeu vacina e entregou tuberculose, relacionando a declaração ao aumento da doença durante o governo petista.

O governo do PT prometeu vacina e entregou tuberculose, porque no governo petista houve um aumento da doença no País.

Queiroga rebate denúncias sobre Covid-19

Durante a sabatina, Marcelo Queiroga rebateu a informação de que teria ocorrido superfaturamento durante a pandemia de Covid-19.

Ele classificou as denúncias como descabidas e afirmou que os contratos citados como alvo das denúncias não foram firmados durante sua gestão no Ministério da Saúde.

Não houve superfaturamento. São denúncias descabidas referentes a contratos que não são da minha época como ministro.

Castração química e legislação

Na área da segurança pública, Queiroga declarou ser favorável à castração química para casos de estupro.

Ao mesmo tempo, defendeu o endurecimento da legislação e a melhoria das questões sociais como medidas relacionadas ao enfrentamento desse tipo de crime.

O candidato também afirmou que o governo Bolsonaro editou uma portaria que obrigava os estabelecimentos de saúde a denunciarem casos de estupro às autoridades policiais.

Segundo Queiroga, o governo do PT revogou posteriormente essa portaria. Ele criticou a decisão durante a entrevista.

Redução da maioridade penal

Marcelo Queiroga também declarou ser favorável à redução da maioridade penal.

Apesar disso, defendeu que a questão seja submetida a uma ampla análise do caso, antes de qualquer mudança.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui