O senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo na noite deste domingo (23) para falar o motivo pelo qual optou por não ir ao primeiro debate presidencial da corrida de 2026, realizado pela Band.
“Eu quero debater, sim. Mas eu quero debater com quem está destruindo o Brasil e piorando a sua vida. […] Eu quero debater com quem acabou com o poder de compra dos brasileiros, com quem está endividando as famílias, sufocando as empresas, empresários e microempreendedores”, afirmou Flávio em referência ao adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também não foi ao debate.
Flávio afirmou ainda que tem interesse em debater “com quem não acredita em Deus porque quando eu for presidente, um dos meus primeiros atos será decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo”. “É com esse cara que eu quero debater, com quem está destruindo o Brasil e representa um projeto que já deu errado”, enfatizou.
Bolsonaro afirmou que respeita quem seriam seus adversários no debate de hoje na Band. “Mas eles definitivamente não são meus adversários. O meu adversário é quem está no poder e está destruindo o Brasil. E você sabe muito bem de quem eu estou falando. O meu adversário é quem está no poder e faz muita força para acabar com a economia e com a segurança das famílias brasileiras. Você sabe quem ele é. É com ele que eu quero debater. E você pode ter certeza: nós vamos tirar o Brasil e as famílias do vermelho. Em outubro, o Brasil vai vencer”, concluiu.
Flávio menciona investigação contra Lulinha
Flávio Bolsonaro também fez menção aos inquéritos da Polícia Federal que têm Fábio Luiz Lula da Silva (Lulinha, filho mais velho do presidente) e Marco Aurélio Santana Ribeiro, (Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula) no centro após a instituição encontrar trocas de mensagens dele com a lobista Roberta Luchsinger e com o empresário Fernando Bittar.
“O futuro deles é a Suíça. O seu presente é parcelar pizza em seis vezes e andar na rua olhando para trás para ver se não tem alguém te seguindo para roubar o seu celular. Eles vão ao Planalto discutir contrato, percentual de lucro, negócio com o governo. Você vai ao mercado e quando consegue comprar leva menos comida. É por isso que eu falo que o projeto deles já deu errado. Não deu errado para eles, deu errado para você”.
Propostas na economia e segurança pública
Flávio ainda falou que pretende fazer redução do gasto do Governo Federal, além de propor um tesouraço “na burocracia, na corrupção, nos atos normativos, em decretos, em portarias e nos impostos”.
Também colocou como proposta tratar facções criminosas brasileiras como “organização terrorista”. “Não é o caso de política social, é o caso de polícia, de leitura, para prender bandido violento e manter preso fora de circulação. Vai ter que trabalhar para pagar a sua estadia no presídio. E os nossos policiais vão ter respaldo legal para trabalharem, ao invés de terem que responder a processo só porque trabalharam”, continuou.









